Ícone do site Amor pela casa

Sustentabilidade se consolida como eixo estratégico no mercado imobiliário

A sustentabilidade passou a ocupar posição central nas decisões de investimento e desenvolvimento do setor imobiliário. O que anteriormente figurava como um diferencial passou a integrar o conjunto de exigências na definição de projetos e nas escolhas de compra de imóveis.

Entre os critérios que vêm sendo priorizados nas decisões de compra de imóveis estão a adoção de energia solar (66%), a presença de espaços arejados e integrados com a natureza (57%) e o uso de tecnologia de conectividade (57%). Esses elementos indicam uma mudança no comportamento do consumidor, que passa a valorizar soluções que promovem eficiência no uso de recursos, bem-estar no cotidiano e integração com o ambiente. A busca por imóveis que ofereçam recursos sustentáveis e tecnológicos reflete uma tendência de longo prazo no setor, alinhada tanto às demandas ambientais quanto às exigências de uma rotina cada vez mais conectada. Esse comportamento acompanha tendências internacionais e indica uma reorganização estrutural do setor. Empreendimentos que integram soluções sustentáveis ao planejamento oferecem vantagens operacionais, econômicas e comerciais.

A UMÃ Incorporadora, por exemplo, possui a certificação internacional EDGE (Excellence in Design for Greater Efficiencies), concedida para construções que atingem ao menos 20% de economia nos consumos de água, energia e materiais. O consumo racional de recursos, a redução de despesas ao longo do tempo e a atratividade em negociações futuras ampliam a percepção de valor.

Além do impacto ambiental, a incorporação de práticas sustentáveis fortalece o posicionamento das empresas frente a um público mais exigente e a um mercado regulatório em constante transformação. O tema passou a ser incorporado ao planejamento estratégico das incorporadoras, influenciando desde o desenho dos projetos até as estratégias de venda.

“A sustentabilidade deixou de ser uma escolha pontual. Hoje, ela define o futuro das cidades e dos investimentos. Quem constrói com responsabilidade está se antecipando a demandas reais e garantindo ativos com maior resiliência”, afirma Jorge Cury, CEO da UMÃ Incorporadora.

A adoção de critérios sustentáveis contribui para o equilíbrio entre retorno financeiro e responsabilidade social. Essa convergência entre viabilidade econômica, expectativa do consumidor e impacto coletivo reforça a relevância da abordagem.

Ao incorporar a sustentabilidade como princípio orientador, o setor passa a desenvolver um portfólio mais preparado para variações de mercado, mudanças legais e novos padrões de urbanização. O ciclo de vida dos empreendimentos se amplia, e a adaptação a cenários complexos se torna mais eficiente.

O investimento em imóveis sustentáveis revela-se como uma resposta concreta às transformações em curso no comportamento do consumidor e nos rumos do setor. Trata-se de um movimento que combina planejamento, inovação e visão de longo prazo.

Com isso, a construção civil passa a integrar responsabilidade ambiental à noção de qualidade e passa a direcionar capital para ativos com perspectivas consistentes de valorização. A sustentabilidade deixa de ser uma tendência para se consolidar como necessidade estruturante no setor imobiliário brasileiro.

Sobre a UMÃ Incorporadora

A UMÃ é uma incorporadora que propõe uma abordagem autoral no mercado imobiliário, integrando arte, cultura e design aos seus projetos. Seus empreendimentos, como a Casa Genebra, priorizam a experiência e a relação com o público, substituindo modelos tradicionais por espaços de convivência e diálogo. A marca desenvolve cada projeto com identidade própria, valorizando o processo desde o planejamento até a entrega, com foco em conexões humanas e atendimento contínuo. Com novos lançamentos previstos, a UMÃ consolida uma trajetória pautada por propostas que repensam a forma de morar.

Sair da versão mobile